Criada para ciclistas, a Bastarda agrada a todos

Por 23 de agosto de 2016 principal, rio de janeiro
Fachada da Bastarda

É possível que você já tenha percebido pelos nossos posts aqui que o Jardim Botânico tem diversas opções de restaurantes, bares e lanchonetes. Embora os preços não sejam os mais acessíveis do Rio de Janeiro, as opções são super variadas e o bairro entra fácil em qualquer lista de indicações para quem quer comer bem por aqui. Hoje, a dica é de um achadinho, desses que a gente compartilha com os amigos mais próximos com orgulho por ter ‘descoberto’, sabe? A Bastarda é um ótimo lugar para comer – e nós vamos falar mais sobre isso ao longo do texto -, mas ela pode ser melhor definida como point ciclístico da Zona Sul. Afinal, foi para isso que ela foi fundada, no ano passado, para para unir e fortalecer a comunidade de ciclistas do Rio.

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Agenda cultural. Ou coisas incríveis para fazer no Rio de 18 a 21/8

Por 17 de agosto de 2016 agenda cultural, principal
junta local mundo a mesa

A semana ainda não acabou, tem muito para rolar, mas a gente confessa que já começa a ficar com saudade das Olimpíadas. O número de competições já diminuiu e, em breve, vamos nos despedir das festas e shows que vieram junto com o evento esportivo ou entraram no clima olímpico. Se você está na mesma, nossa dica é bem simples: aproveitar ao máximo os últimos dias de carnalimpíada, rs! Conheça as casas temáticas dos países, visite o Boulevard Olímpico e curta os eventos que separamos aqui na nossa agenda cultural. 😉

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5 perguntas para… Wendy Andrade, do projeto Retrato Negro

Por 16 de agosto de 2016 5 perguntas, principal
Wendy Andrade

O projeto Retrato Negro é um daqueles que nos mostram como a fotografia fica ainda mais bonita quando se torna arma de empoderamento. Desde 13 de maio, Wendy Andrade fotografa uma pessoa negra por dia. E será assim até 13 de maio de 2017. A data escolhida não poderia ser mais emblemática: marca a abolição da escravatura no Brasil. Com a fotografia, Wendy também quer libertar. Cada foto é como um grito de resistência a entoar que o negro é belo. No nosso bate-papo, o jovem estudante de Publicidade conta como surgiu o Retrato Negro e como o projeto empodera tanto os fotografados quanto o fotógrafo.

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5 perguntas para… Pedro Paulo Bastos, d’O Passeador Tijucano

Por 12 de agosto de 2016 5 perguntas, principal, rio de janeiro, turismo
pedro

A Tijuca desperta emoções e opiniões. Acho difícil encontrar alguém que seja indiferente ao bairro e seus moradores. O carioca Pedro Paulo Bastos, ou só Pedro, como ele é chamado, está no time daqueles que não escondem o encantamento que sentem pela Tijuca. A diferença dele para outros amantes do bairro é que ele transformou essa paixão em pesquisa. E, da pesquisa, fez um blog, O Passeador Tijucano, no qual Pedro se concentra na história da Tijuca a partir dos anos 1960 até os dias atuais. Navegando pelos posts, você descobre curiosidades históricas sobre locais conhecidos do bairro e também tem a possibilidade de discutir a qualidade das linhas de ônibus que passam por ele hoje em dia, e de saber como o tijucano se sente em relação ao próprio bairro, a partir de uma pesquisa exclusiva feita pelo próprio Pedro. É um verdadeiro passeio, como propõe o nome do blog. Pedro conversou com a gente sobre como surgiu esse projeto e sobre como ele se mistura à história pessoal dele.

Formado em Administração Pública, ele trabalha na área de Planejamento Urbano, é pesquisador no Observatório das Metrópoles, instituto de pesquisa filiado ao IPPUR/UFRJ. Para o Um fôlego, ele disse se considera um autêntico sagitariano: ‘Sou bem poliana e desbravador, um amante da liberdade e dos passeios ao ar livre, e, por fim, um excêntrico por natureza’. Pedro contou também que algumas pessoas estranham a dedicação dele ao blog, o que faz nos tempos livres. Isso não é um problema para ele, que considera um elogio ser considerado ‘diferentão’, ainda mais quando essa característica acaba atrelada a algo que ele faz por prazer e que afeta diretamente o interesse público. Aliás, por falar em público, ele comemora a aproximação dos leitores que proporcionada pela página do blog no Facebook.  ‘Muito mais do que ‘curtidas’, é um pessoal que vem participando ativamente da página. Isso enseja debates, expõem-se opiniões diversas. É enriquecedor para o trabalho e me permite conhecer ainda mais a Tijuca. Recebo muitos e-mails de pessoas relatando curiosidades sobre a memória do bairro ou sobre a história de alguns prédios, por exemplo. Enfim, é toda uma sorte de informações que você não encontra em livros. Com esse grupo de seguidores contribuindo indiretamente, passo a utilizar cada vez mais ‘O passeador…’ como o porta-voz dessa construção coletiva de saberes a respeito do bairro’, explica ele, orgulhoso.

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