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Melhor do Rio: Lagoa Rodrigo de Freitas

By 23 de janeiro de 2014 principal, turismo, viagens

O Rio de Janeiro está surreal. Mas, verdade seja dita – e é por isso que eu amo essa cidade -, continua sendo um dos destinos turísticos mais ecléticos do mundo. Água de coco na praia de Copacabana está custando R$ 6? Está. É surreal? É. Mas não significa que é preciso se enclausurar em casa e deixar de curtir a cidade. Que tal encher a garrafinha térmica de água gelada, colocar na mochila junto com um iPod cheio de boas músicas e dar uma volta pela Lagoa Rodrigo de Freitas? É possível aproveitar gastando bem pouco, nós garantimos e damos algumas dicas!

Panorâmica - Lagoa

AO AR LIVRE

Nos 7,5 quilômetros de ciclovia compartilhada com pedestres há espaço para todo tipo de atividade. Na pista e fora dela. Quem não estiver com disposição física para correr, pedalar, patinar ou andar de skate, pode fazer uma leve caminhada para admirar a variada paisagem da Lagoa. Acordar cedo, percorrer toda a Lagoa e finalizar o passeio com um mergulho na praia de Ipanema – facilmente acessada pelo Jardim de Alah -, garante uma manhã revigorante. Outra opção é escolher um cantinho na grama ou parar em alguma das praças que cercam a Lagoa para terminar a leitura daquele livro sensacional que não sai da sua cabeceira.

Já para o meio da tarde, uma parada na altura do Parque da Catacumba para alugar um pedalinho certamente deixará o dia mais divertido, além de oferecer um ângulo diferente do lugar. Cada meia hora custa, em média, R$ 20. Ainda por ali, no fim do dia, você pode esticar uma canga no gramado e apreciar um dos pores-do-sol mais lindos do Rio. Isso é de graça e rende belas fotos! Outro ponto legal para admirar a despedida do sol é o deck de madeira que fica pertinho da estátua do Curumim, próximo à sede náutica do Vasco, na Avenida Borges de Medeiros.

PARA COMER

Não faltam barraquinhas ao longo de toda a Lagoa, com todo tipo de guloseimas: tapiocas de todos os sabores, doces e salgados, churros, milho cozido, cachorro-quente, entre outros. Os valores variam. Se você não dispensa o sabor e a hidratação da água de ouro coco, eu indico um quiosque específico, o da Vânia, que fica na Epitácio Pessoa, altura do número 3.100, em frente a um estacionamento. Por R$ 5 você bebe água de coco geladíssima, conhece uma vendedora muito simpática e ainda come a parte do branca do coco, que a Vânia serve já separada da fruta, com um palitinho.

Para um algo refinado, e se você não tem medo de cardápios exóticos, o Palaphita Kitch, na altura do Corte Cantagalo, é a sugestão. Especializado em culinária amazônica, o restaurante tem mesas e cadeiras de madeira dispostas ao ar livre, com uma visão privilegiada do Cristo Redentor. Eventualmente, duas araras (de verdade) dão o ar da graça no local. Os preços são salgados. Um copo de suco de polpa de fruta de 300 ml, por exemplo, custa R$ 14. Um aviso no menu chama a atenção: ‘Aceitamos joias’. Portanto, se for, vá preparando para abrir a carteira.

DIFERENTE

Se dinheiro não é o problema, há voos de helicóptero que sobrevoam o Rio, com saídas do heliponto que fica ao lado do Parque dos Patins. O roteiro mais barato dura de seis a sete minutos, percorre apenas a Zona Sul da cidade e custa R$ 240. O mais caro sai por R$ 1.400 e, em uma hora, vai do Leme ao Pontal.

Para os esportistas, a lista é grande. Ao lado dos pedalinhos do Corte Cantagalo, no gramado, são realizadas as aulas livres de yoga do Método DeRose. As datas de 2014 já estão marcadas. Basta chegar e praticar. Há ainda diversas quadras ao redor da Lagoa nas quais é possível praticar futebol, tênis, vôlei e mesmo beisebol, pouco comum no Rio. Além disso, qualquer par de árvores livre serve de apoio para a fita dos amantes (equilibrados) do slack line. Embora a Lagoa não esteja despoluída e liberada para o banho, continua sendo escolhida para a prática de esportes aquáticos. Além do tradicional remo, eventualmente, vemos pessoas com suas pranchas de stand up paddle a postos.

Viviane da Costa

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Destino: Nova Zelândia

By 3 de dezembro de 2013 principal, viagens

O tempo que esse texto demorou a ficar pronto é diretamente proporcional à distância geográfica que separa o Brasil da Nova Zelândia. Digo sem medo de errar que é também diretamente proporcional ao prazer que você, caro leitor, vai sentir ao conhecer, pelos olhos do jornalista Lucas Loos, o famoso par de ilhas do sudoeste do Oceano Pacífico. Mesmo em lados opostos do globo, o país de origem do jovem de 25 anos e o que ele ‘pegou emprestado’ por dez meses, por vezes, se assemelham. Cenário famoso de filmes como ‘O Senhor dos Anéis‘ e ‘King Kong’, a Nova Zelândia, é exuberante e prova que a natureza não economizou beleza ao se formar naquela região. Além disso, brasileiros são figurinhas fáceis pelo país, que, assim como nossa terra natal, carrega entre suas principais características a hospitalidade. Uma semelhança aqui, outra ali, e aos poucos é revelado um país com possibilidades infinitas de diversãoNo meio disso tudo, Lucas ainda dá preciosas dicas para quem quer fazer uma viagem inesquecível e não cair em nenhuma furada. Difícil vai ser tirar os olhos das fotos para continuar a leitura. 

Auckland

Auckland

Napier

Napier

Kawau Island

Kawau Island

Karangahake

Karangahake

Hillary Trail

Hillary Trail

Hillary Trail

Hillary Trail

Hillary Trail

Hillary Trail

Cape Reinga

Cape Reinga

Quando você pensa em Nova Zelândia, a primeira coisa que vem à cabeça é… Aventura. Diria que aventura faz parte do espírito da coisa. Não é à toa que boa parte das atrações turísticas são relacionadas com os chamados esportes de aventura, como bungee jumping, sky diving, rafting… Fora que é um baita centro de montanhismo (o primeiro ocidental que escalou o Everest, lá pela década de 50, é da Nova Zelândia e é um herói nacional).

Você já deu algumas dicas, mas o que mais indicaria para quem busca adrenalina em uma visita ao país? Como disse, não faltam opções turísticas para buscar adrenalina. Tem bungee, rafting, salto de paraquedas. A cidade de Queenstown, na ilha sul, é considerada uma das capitais mundiais da aventura. É uma cidade com uma atmosfera bem legal, com muito turista (brasileiros, principalmente) e gente jovem. Por gosto pessoal, indico uma das centenas de trilhas que existem pelo país. A infraestrutura para o que eles chamam de tramping é fantástica.

Como você descreveria a sua experiência na Nova Zelândia? Acho complicado descrever viagens desse tipo. São muitos sentimentos, mas posso assegurar que as lembranças são as melhores possíveis. Esse país me marcou de um jeito bem positivo.

Por que você foi para a Nova Zelândia? Por quanto tempo ficou lá? Engraçado, semprei gostei da cultura polinésia. Por isso, estava em dúvida entre Austrália e Nova Zelândia. Até um amigo falar que a primeira era terra de Beach Boys e a segunda era mais Senhor dos Anéis. Pode parecer bobeira, mas essas palavras tiveram um peso e tanto na minha escolha. E vou falar: não teve um só minuto no qual me arrependi. Ah, fiquei cerca de dez meses.

Rotorua

Rotorua

Tongariro

Tongariro

Waiheke Island

Waiheke Island

Waiheke Island

Waiheke Island

Wellington

Wellington

Whitianga

Whitianga

Que locais da Nova Zelândia você conheceu? Deixei de conhecer outros países, para ir de Norte a Sul (do Oiapoque ao Chuí deles). A Ilha Norte é mais urbanizada – dentro do possível para um país de quatro milhões de pessoas -, enquanto a Sul abriga aqueles belos cartões postais de montanhas nevadas. Um dica para quem quiser viajar em um estilo mais aventureiro: é da cultura local dar carona. Fiz isso e me diverti, conhecendo muita gente legal – e outras nem tanto, uma minoria. É difícil listar todos os locais, pois foram muitas cidades, mas conheci as principais.

Quem tem pouco tempo disponível, como um mês de férias, por exemplo, consegue fazer um roteiro interessante pelo país, incluindo os principais pontos turísticos e atrações? Evidentemente, só fiz tudo o que fiz pois fiquei quase dez meses, muito embora tenha concentrado minha estadia em Auckland, a maior cidade do país. Um mês, porém, é um bom tempo pra conhecer as principais atrações. Guias como Lonely Planet e um colorido da Folha (de São Paulo) são uma ajuda generosa. Também há blogs bons na internet. Sugiro passar metade do tempo em cada ilha, com uma leve preferência pelo Sul. Muita gente sai frustrada por ter ficado apenas no Norte.

Que locais um turista não pode deixar de conhecer? A Ilha Sul é fundamental para quem está em busca desse clima selvagem de cartão postal que o país oferece. A área de Queenstown, Fiordland National Park e Milford Sound é o filé do passeio. Mas tem o famoso Mount Cook, que não visitei, mas dizem ser lindo, além de um passeio de trem que corta de Leste a Oeste. Dizem ser maneiro – e caro. Tudo isso, fora a observação de baleias e golfinhos. No Norte tem a capital Wellington, muito charmosa; Rotorua, a cidade dos vulcões; o Tongariro, um vulcão clássico que é um dos picos mais populares de montanhismo (apesar de exigir um gás a mais, é bem democrático); e Auckland, a capital econômica.

Abel Tasman

Abel Tasman

Auckland

Auckland

Cape Reinga

Cape Reinga

Fiordland National Park

Fiordland National Park

Fox Glacier

Fox Glacier

Hillary Trail

Hillary Trail

Lucas em Milford Sound

Lucas em Milford Sound

Napier

Napier

Queenstown

Queenstown

Rotorua

Rotorua

Tongariro

Tongariro

Waiheke Island

Waiheke Island

Wellington

Wellington

Como chegar ao país? Há alguma rota de viagem ou cidade de entrada que seja mais prática? Quando eu fui o normal era ir pela Argentina ou pelo Chile. Mas há quem dê a volta ao mundo, o que é bem mais caro. Uma vez lá, é muito tradicional a visita a países vizinhos, como a Austrália (essa é óbvia), as Ilhas Polinésias (Fiji, Samoa, Nova Caledônia…) e o sudeste asiático (Laos, Vietnã, Tailândia, Camboja, Indonésia…).

Você organizou sua viagem por conta própria ou com ajuda de alguma agência de viagens? Isso fez diferença? Fui por agência, mas me arrependi. Um mínimo de pesquisa é suficiente para fazer uma boa viagem. Como falei, há muita fonte para pesquisa. Além disso, eles ganham muito dinheiro em itens como seguro, que é muito mais barato caso você compre por conta própria. Mas também não é crime algum ir por agência.

Que cuidados você diria que é preciso ter para conhecer a Nova Zelândia sem dores de cabeça? Cabe um parêntese interessante: a Nova Zelândia é um dos países mais seguros do mundo em termos de animais peçonhentos. Enquanto a vizinha Austrália tem alguns dos bichos mais ameaçadores do planeta, a Terra dos Maoris (população aborígene da Nova Zelândia) é o oposto nesse sentido. Posso estar enganado, mas – em terra – não há um animal que ameace os turistas. Parece que o único mamífero nativo da ilha é um morcego. Em termos de burocracia, não é preciso tirar de visto para turista. Acho que quem pretende ficar até três meses no países só precisa comprovar renda no aeroporto. Nesse sentido, é bem tranquilo. Eles vivem muito de turismo e não complicam a entrada de brasileiros, que, por incrível que pareça, estão aos montes por lá. Vale lembrar que eles abrem até o work holiday visa aos brasileiros, um visto que dá direito a trabalho durante um ano a jovens de vários países do mundo. Em 2011, abria-se aos brasileiros 300 vagas em agosto. Essa informação – muito relevante – a agência não me deu.

Queenstown

Queenstown

Queenstown

Queenstown

Lake Wanaka

Lake Wanaka

Greenstone

Greenstone

Franz Josef Glacier

Franz Josef Glacier

Fox Glacier

Fox Glacier

Fiordland National Park

Fiordland National Park

Christchurch

Christchurch

Enquanto pesquisava sobre o país, li muito sobre vinhos e vulcões. Esses dois itens são mesmo característicos da Nova Zelândia? Correto. Os vinhos foram meio que ‘impostos’ por lá mais recentemente. Mas, embora eu não conheça muito sobre o assunto, eles são populares entre os entendedores. Já os vulcões vêm de longa data e também levam muitos turistas ao país. O mais visitados deles, talvez, seja o Tongariro, que em 2012 até entrou em atividade. Alguns livros locais informam que uma das maiores erupções da era moderna saíram de la. Uma delas iluminou o céu de algumas áreas da China e até mesmo da Europa, segundo os registros. Rotorua, um destino muito popular da Ilha Norte, fede a enxofre.

O vinho neozelandês é realmente bom ou alguma outra bebida alcoólica faz mais sucesso por lá? Não sou muito de beber e é complicado dar informações mais precisas. Pelo que lembro, não muda muito do que é usado no Brasil.

Quanto aos vulcões, há algum ativo? É possível fazer uma visita segura? Muitos estão adormecidos, mas podem entrar em atividade, como o Tongariro, por exemplo. Esse é um dos três vulcões localizados no National Park, um dos destinos turísticos mais populares do país, situado no coração da Ilha Norte (é famoso por ter sido a área de Mordor no Senhor dos Anéis). Aliás, é cheio de avisos para cuidados necessário em caso de o vulcão entrar em atividade repentinamente. No ano passado, se não me engano, ele entrou em atividade. Antes, fora em meados da década de 90.

Também li sobre a hospitalidade dos neozelandeses. Eles são realmente receptivos? Confesso que nos meus dez meses por lá pouco tive contato com os kiwis. Mas eles não me passaram qualquer imagem antipática. De qualquer forma, o interessante é que você vai conhecer gente do mundo inteiro por aquelas bandas, e receptividade não será um problema para que visitar a Nova Zelândia.

Como é a vida noturna nas cidades da Nova Zelândia? Alguma cidade é mais movimentada à noite? Na Ilha Norte, Auckland, certamente, embora isso não signifique muita coisa. Na Ilha Sul, Queenstown, apesar de ser relativamente pequena, tem uma vida noturna relativamente agitada. Acho que para por aí.

Qual você diria que foi o ponto alto da sua viagem? As viagens pela Ilha Sul e as pessoas que conheci por lá. Acho que o fator amizade foi esse ponto alto, arrisco dizer.

Todas as fotos do post são do Lucas Loos. 

Viviane da Costa

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Expira, inspira: sem medo de viajar sozinho

By 17 de novembro de 2013 inspirações, principal, viagens

Todos os domingos, fazemos aqui uma seleção de imagens com um tema para que vocês, nossos queridos leitores, tenham uma inspiração para começar a semana. Hoje, esse post vai ficar um pouquinho diferente. Pois a inspiração, assim esperamos, estará em uma experiência que eu, Júlia, vivi há pouquinho tempo:

Quem já viajou para a Argentina sabe que não há presente melhor para trazer aos amigos brasileiros do que um delicioso alfajor. Eu viajei para Buenos Aires há mais ou menos um mês. Trouxe uma porção dos doces portenhos na mala e, a cada amigo que encontrei para entregar a lembrancinha e contar como foram as férias, me deparei com caras de espanto e surpresa ao contar quem foi minha companhia de viagem. Tudo porque eu fui minha companhia. Viajei sozinha. Pela primeira vez e para um lugar que não conhecia. Feito que rendeu desde um ‘tem certeza que vai fazer isso?’ – essa foi minha mãe antes de eu comprar as passagens – a muitos ‘que corajosa’ ou ‘eu nunca faria isso’ ou ‘você não teve medo?’.

Não, eu não tive medo. Quer dizer, bateu um friozinho na barriga quando eu entrei no avião e me dei conta de que estava sozinha. Mas não foi desses medos paralisantes que te fazem sentir vontade de chorar e voltar correndo para algum porto seguro. Acho que o que eu senti mesmo foi ansiedade. Ansiedade misturada com curiosidade e com uma sensação de independência que eu nunca senti igual.

Mas antes de embarcar no avião, algumas coisas que não contei. O porquê da viagem sozinha. Não foi por nenhum motivo grandioso, nenhuma empreitada de auto-conhecimento. Eu tive o mês de outubro inteirinho de férias. Nenhum amigo estava de férias no mesmo período. Nem meus pais. Eu não estava num período muito bom da vida e achei que iria enlouquecer se passasse 30 dias com a cabeça desocupada, jogada no sofá e vendo Sessão da Tarde.

Os preparativos da viagem. Não foram muitos. Decidi viajar uma semana antes de entrar de férias. Pedi dicas aos amigos que já conheciam Buenos Aires e passei um bom tempo em blogs de viagem, de gente que ama viajar sozinho e de brasileiros que vivem na Argentina. Não há muito mistério em uma viagem para a Argentina. Não é preciso passaporte e dá para se virar bem mesmo sem um espanhol de primeira. Fui já sabendo dos possíveis perigos de uma grande cidade, como pivetes e taxistas espertinhos – mas não tive problema com nenhum dos dois.

A semana em Buenos Aires. Fiquei sete dias na cidade e segui a principal orientação de todos os relatos que li sobre viajar sozinho: ficar em um hostel. Sei de muita gente que tem horror a se hospedar em albergues. Mas eles são, sem dúvida, a melhor opção para quem viaja sozinho. Sabe aquele papo de conhecer gente do mundo todo, fazer amizade e ter companhia para não precisar se aventurar sozinho à noite? Pois é. É assim mesmo. Hostel tem perrengue – eu quase tomei banho frio por não conseguir me acertar com o chuveiro e preferia tomar café da manhã na rua -, mas conheci pessoas que tornaram minha viagem mais legal.

Parece um grande clichê, mas, apesar de estar sozinha, em nenhum momento me senti só. Todos os meus dias ficaram bem ocupados pelos itens que incluí no roteiro de viagem. A cada dia em Buenos Aires, conheci um bairro diferente. Acordava cedo e saía para o destino do dia. Voltava no fim da tarde, descansava um pouco e encontrava os amigos do hostel. Nos momentos em que estava muito cansada para andar pela cidade, sentava em um café ótimo perto do albergue e aproveitava para ler ou escrever, comendo alguma delícia argentina e bebendo vinho – mais barato que beber água!

Foi só uma semana em Buenos Aires e talvez eu não tenha ficado muito tempo fora para sentir tantas saudades de casa, o que não diminui o quão boa foi a experiência. Voltei para o Brasil desejando viver tudo de novo, e de novo, e em todos os meses da vida. Para quem faz cara de espanto quando digo que viajei sozinha eu respondo com um ‘você não sabe o que está perdendo se deixou de viajar porque não tinha companhia’.

Júlia Faria

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Rapidinho: Interstate

By 11 de junho de 2013 cinema, cultura, principal, viagens

Vez por outra a vida parece meio sem graça, homogênea, imersa no ócio… Nesses momentos costuma bater aquela vontade de entrar em um carro e fazer uma viagem, com ou sem rumo. É uma vontade de descobrir novos lugares e histórias, se redescobrir, se reinventar. Se você está com essa vontade agora, o curta de hoje pode satisfazer seu desejo ou ser o estímulo que falta para você cair na estrada. O road movie ‘Interstate’ é dirigido por Tiago Rios, que viajou do sul ao norte dos Estados Unidos. Preciso admitir que o filme me conquistou principalmente pela trilha sonora, que faz um passeio pelas frequências das rádios FM. Curtam essa viagem!

Viviane da Costa

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