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5 perguntas para… Fernanda Hinke e Cristiane Helena, da GoBikeRio

By 13 de outubro de 2016 5 perguntas, principal

Há algum tempo,  nós fizemos um grande passeio de bike pelo Rio, pedalando aleatoriamente por algumas das ciclovias da cidade. Ao fim da jornada – sim, foi uma loonga jornada – nós estávamos felizes, ~cansadas~ e cientes de que conhecíamos bem pouco das possibilidades que a cidade oferece a quem se desloca por ela de bicicleta. Foi por isso, por essa falta de conhecimento, que nós amamos de cara a GoBikeRio. Não vamos contar muito sobre o projeto para não estragar a surpresa da entrevista, mas podemos dizer, que trata-se de uma empresa que profissionalizou os passeios de bike. Duas especialistas no assunto montaram pacotes para te ajudar a conhecer o Rio de bicicleta e, com isso, incentivam o uso do meio de transporte para promover, cada vez mais, entre moradores e turistas, a consciência de que uma cidade que pedala é uma cidade mais feliz: menos poluída e barulhenta, mais ativa e respeitosa. O meio ambiente agradece! Conheça Fernanda Hinke e Cristiane Helena, donas dessa ideia incrível!

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Os 9 melhores lugares para correr e/ou pedalar no Rio

By 1 de setembro de 2015 principal, rio de janeiro

Temos um título bastante explicativo para o post de hoje, não é mesmo? Sim, vamos fazer uma lista e, sim, ela vai ser cheia de lugares muito legais para correr e pedalar na cidade, que é para ninguém dizer que tem preguiça de sair de casa para fazer exercícios. Concordo que fazer qualquer uma dessas duas atividades sem sair do lugar, ouvindo aquelas músicas repetitivas de academia e observando a galera tirando foto no espelho é bem chato. Mas se você praticar atividade física admirando uma bela paisagem, cadê a desculpa para desistir? Se você já se empolgou, pode pular o próximo parágrafo e ir direto para o primeiro lugar escolhido. Mas se você está com disposição para uma historinha, continue comigo, por favor.

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Melhor do Rio: Lagoa Rodrigo de Freitas

By 23 de janeiro de 2014 principal, turismo, viagens

O Rio de Janeiro está surreal. Mas, verdade seja dita – e é por isso que eu amo essa cidade -, continua sendo um dos destinos turísticos mais ecléticos do mundo. Água de coco na praia de Copacabana está custando R$ 6? Está. É surreal? É. Mas não significa que é preciso se enclausurar em casa e deixar de curtir a cidade. Que tal encher a garrafinha térmica de água gelada, colocar na mochila junto com um iPod cheio de boas músicas e dar uma volta pela Lagoa Rodrigo de Freitas? É possível aproveitar gastando bem pouco, nós garantimos e damos algumas dicas!

Panorâmica - Lagoa

AO AR LIVRE

Nos 7,5 quilômetros de ciclovia compartilhada com pedestres há espaço para todo tipo de atividade. Na pista e fora dela. Quem não estiver com disposição física para correr, pedalar, patinar ou andar de skate, pode fazer uma leve caminhada para admirar a variada paisagem da Lagoa. Acordar cedo, percorrer toda a Lagoa e finalizar o passeio com um mergulho na praia de Ipanema – facilmente acessada pelo Jardim de Alah -, garante uma manhã revigorante. Outra opção é escolher um cantinho na grama ou parar em alguma das praças que cercam a Lagoa para terminar a leitura daquele livro sensacional que não sai da sua cabeceira.

Já para o meio da tarde, uma parada na altura do Parque da Catacumba para alugar um pedalinho certamente deixará o dia mais divertido, além de oferecer um ângulo diferente do lugar. Cada meia hora custa, em média, R$ 20. Ainda por ali, no fim do dia, você pode esticar uma canga no gramado e apreciar um dos pores-do-sol mais lindos do Rio. Isso é de graça e rende belas fotos! Outro ponto legal para admirar a despedida do sol é o deck de madeira que fica pertinho da estátua do Curumim, próximo à sede náutica do Vasco, na Avenida Borges de Medeiros.

PARA COMER

Não faltam barraquinhas ao longo de toda a Lagoa, com todo tipo de guloseimas: tapiocas de todos os sabores, doces e salgados, churros, milho cozido, cachorro-quente, entre outros. Os valores variam. Se você não dispensa o sabor e a hidratação da água de ouro coco, eu indico um quiosque específico, o da Vânia, que fica na Epitácio Pessoa, altura do número 3.100, em frente a um estacionamento. Por R$ 5 você bebe água de coco geladíssima, conhece uma vendedora muito simpática e ainda come a parte do branca do coco, que a Vânia serve já separada da fruta, com um palitinho.

Para um algo refinado, e se você não tem medo de cardápios exóticos, o Palaphita Kitch, na altura do Corte Cantagalo, é a sugestão. Especializado em culinária amazônica, o restaurante tem mesas e cadeiras de madeira dispostas ao ar livre, com uma visão privilegiada do Cristo Redentor. Eventualmente, duas araras (de verdade) dão o ar da graça no local. Os preços são salgados. Um copo de suco de polpa de fruta de 300 ml, por exemplo, custa R$ 14. Um aviso no menu chama a atenção: ‘Aceitamos joias’. Portanto, se for, vá preparando para abrir a carteira.

DIFERENTE

Se dinheiro não é o problema, há voos de helicóptero que sobrevoam o Rio, com saídas do heliponto que fica ao lado do Parque dos Patins. O roteiro mais barato dura de seis a sete minutos, percorre apenas a Zona Sul da cidade e custa R$ 240. O mais caro sai por R$ 1.400 e, em uma hora, vai do Leme ao Pontal.

Para os esportistas, a lista é grande. Ao lado dos pedalinhos do Corte Cantagalo, no gramado, são realizadas as aulas livres de yoga do Método DeRose. As datas de 2014 já estão marcadas. Basta chegar e praticar. Há ainda diversas quadras ao redor da Lagoa nas quais é possível praticar futebol, tênis, vôlei e mesmo beisebol, pouco comum no Rio. Além disso, qualquer par de árvores livre serve de apoio para a fita dos amantes (equilibrados) do slack line. Embora a Lagoa não esteja despoluída e liberada para o banho, continua sendo escolhida para a prática de esportes aquáticos. Além do tradicional remo, eventualmente, vemos pessoas com suas pranchas de stand up paddle a postos.

Viviane da Costa

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