Nada deve parecer natural

Aqueles que acompanharam com um pouco mais de atenção as campanhas dos candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro neste ano certamente conhecem a frase acima. Ela foi usada por um deles para mobilizar os eleitores. Mas isso aqui não tem nada a ver com política. Nem de um lado nem do outro. Nem de leve nem de maneira subliminar. A eleição carioca acabou ontem e não passou nem perto do Um fôlego ou das ideias expressas aqui. C’est fini! Mas como nada na vida acontece sem deixar uma marca, o pleito municipal de 2012 me deu de presente esse pensamento do dramaturgo Bertold Brecht. Escolhi um trechinho para compartilhar com vocês e para me manter alerta! É fácil demais ser dominado pela rotina, pelos maus (acomodados) pensamentos, pela falta de ação. Mas não sigamos o caminho mais fácil. O mais difícil, cheio de obstáculos e dores, tem tudo para ser o mais gratificante, o mais recompensador, o que nos mostra que somos capazes de muita coisa quando queremos. Para mim, essa semana começou de outro ponto de vista, diferente do recorrente. Que continue assim: fora da caixinha. Para mim e para vocês!

Viviane da Costa

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