A relatividade do tempo

Compositor de destinos, o tempo não para. O tempo não espera por ninguém. E ainda assim, a gente espera o dia que vem para ver se faz o tempo esperar. Vivemos em eterna disputa com o tempo, torcendo para que aquela última hora de trabalho na sexta passe em um minuto ou que os poucos minutos antes de uma despedida se multipliquem em pelo menos mais duas horas. Mas, se não dá para controlar o tempo, dá para fazer dele tema de música e, como em oração, pedir para que ele seja legal e só nos derrube no final.

Júlia Faria

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