O que aprendi com o projeto #100happydays

happy days 1Você pode ser tão feliz quanto quiser, basta querer. Eu aprendi isso nos últimos cem dias. Não que eu não soubesse antes do dia 11 de março que a felicidade sempre esteve disponível para mim, mas, completar o projeto #100happydays – ou #100diasfelizescomavida – me fez compreender com mais clareza que ser feliz é uma escolha que deve ser feita diariamente. Assim como eu escolho beber café em vez de leite pela manhã, eu posso escolher ser feliz em vez de várias outras coisas que não me trazem a mesma satisfação.

Durante os cem dias em que eu publiquei fotos de momentos felizes do meu dia no Instagram, eu cheguei a ouvir: ‘Mas que besteira, é claro que você é feliz!’. Sim, é claro. Eu tenho uma vida ótima que me faz ser uma pessoa muito feliz. Mas, por quê? O desafio me ajudou a valorizar os meus motivos para ser feliz e transformou a minha felicidade em algo mais tangível, menos abstrata e distante.

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Amar, comer, descansar, estar com pessoas que eu amo, estudar, passear, escrever, cuidar de mim, sentir saudades e participar da felicidade dos outros foram algumas das coisas que me fizeram feliz nesses cem dias. Nesse período, passei por vários momentos não tão felizes, é óbvio, mas sempre escolhi guardar o que era bom, o que me fazia sorrir ou ser grata por ter a vida que tenho. Por várias vezes, inclusive, constatei que a felicidade estava na rotina. Era comum estar diante de hábitos básicos, como tomar banho, e pensar em como a água quente do chuveiro me fazia feliz. Mais até do que aquele evento para o qual eu tinha passado dias me programando.

Revendo tudo o que eu vivi nos últimos cem dias, eu constatei também que fotos podem registrar muitos momentos, mas não todos. E que alguns momentos foram os mais felizes em muito tempo, mas, por incrível que pareça, eu não quis fotografá-los e compartilhá-los, só guardá-los na memória. Sei exatamente quais foram eles porque quando isso acontecia, eu precisava exercitar a criatividade, escolher outra coisa legal que tivesse acontecido naquele dia, tirar uma foto e seguir adiante.

Mais do que um projeto para incentivar pessoas a ver o lado feliz da vida – sim, durante o meu percurso, muitas pessoas próximas a mim começaram também a registrar felicidade por aí -, o #100happydays – ou #100diasfelizescomavida – foi uma forma de me conhecer melhor, de viajar comigo mesma e entender um pouco mais meus sonhos e desejos. Acima de tudo, eu aprendi que o tempo voa. Cem dias são muito pouco para ser feliz, ainda mais sabendo que a felicidade é imprevisível e pode acontecer a qualquer momento.

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A brincadeira de documentar minha felicidade por 100 dias seguidos começou depois que eu li esse texto do blog FÊliz com a vida, que hoje é de leitura obrigatória. É com muito orgulho que eu digo que eu completei ontem, dia 18 de junho, o projeto #100happydays ou #100diasfelizescomavida. 

Viviane da Costa

Um comentário sobre “O que aprendi com o projeto #100happydays

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