Melhor do Rio: Vista Chinesa

Morar no Rio de Janeiro e passar férias na cidade pode ser tão divertido e render boas histórias quanto qualquer viagem que seja feita para fora daqui. O motivo é simples: a Cidade Maravilhosa é eclética. Além de linda. Aproveitar o descanso para conhecer os pontos turísticos que acabam negligenciados pela rotina foi o que eu fiz no início desse mês. Entre encontros com amigos que pouco vejo por causa da correria, idas a museus que passam a maior parte do ano abandonados e pequenas orgias gastronômicas (porque eu mereço!), resolvi conhecer um Rio totalmente diferente. Na semana passada, já dividi com vocês um dos meus ‘destinos exóticos’. Hoje, é dia de apresentar mais um cantinho adorável e impressionante.

Além do título, é claro, as fotos acima entregam logo o assunto do post de hoje: a Vista Chinesa. Sempre achei que morar na Tijuca significava estar bem perto desse ponto turístico. Inclusive, considerava uma heresia enorme de minha parte nunca ter visitado o local. Em uma sexta-feira de sol, resolvi pagar essa dívida. E descobri que a Vista Chinesa não fica tão perto quanto eu imaginava, portanto, deixei de me sentir culpada. Mesmo assim, verdade seja dita, não fica no fim do mundo também.

A Vista Chinesa está dentro do Parque Nacional da Tijuca, um pedaço (do que sobrou) de Mata Atlântica bem no meio da cidade. Segundo o site do próprio parque, ele é atualmente o parque nacional mais visitado do Brasil, com mais de 2 milhões de visitantes por ano. Não consegui confirmar essa informação com outra fonte, mas quando você descobre que o Corcovado e o Parque Lage estão entre as atrações do lugar, você leva a maior fé na informação.

A vista completa

O que se vê da Vista Chinesa

A entrada no parque é gratuita. Há acessos nas zonas Norte, Sul e Oeste. Quem sai da Tijuca, de São Conrado e da Barra da Tijuca chega ao local pela Estrada das Furnas. Do Jardim Botânico, o acesso é pelas estradas da Castorina e da Vista Chinesa. Há muitas placas e é bem fácil de encontrar. O trajeto todo dá a sensação de que você está indo rumo ao céu. Após a entrada do parque, a subida é ainda mais íngreme, portanto, se escolher subir a pé ou de bicicleta, certifique-se de que seu condicionamento físico está em dia. É muito comum ver ciclistas para cima e para baixo. A preferência na estrada, aliás, é deles. De carro, em quinze minutos, no máximo, você chega à Vista Chinesa. Não tem mistério, basta seguir reto. Mas vá sem pressa porque o caminho em si já é um deleite. Estar em contato com a flora e a fauna de forma tão intensa faz parecer que você está fora de um grande centro urbano. Até o ar é mais leve! Sentir o vento no rosto, para mim, não teve preço.

Uma vez na Vista Chinesa, você não precisa de muitas dicas. O segredo é um só: sentir. Explore o lugar, relaxe, desacelere. Dê algumas voltas dentro e fora do pavilhão em estilo oriental que é o marco do lugar. Observe os detalhes, ouça as conversas que escapam dos outros visitantes e escolha a melhor posição para admirar a vista. Da esquerda para a direta, você pode ver o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, a Lagoa Rodrigo de Freitas, a Baía de Guanabara e um pouquinho de Ipanema e Leblon e até o Morro Dois Irmãos. Ah, fotos não podem faltar! ;-)

Viviane da Costa (texto e fotos)

2 comentários sobre “Melhor do Rio: Vista Chinesa

    • Apesar de todos os pesares, não dá pra negar que o Rio é incrível, né, Laura? Nós amamos sempre! :) Que bom que você gostou, Obrigada pela visita. Beijo

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